No encerramento de sexta-feira (7), o ouro para dezembro fechou em alta de 2,33%, cotado a US$ 4.399,7 por onça-troy.

Maior valorização na semana passada desde janeiro, o metal precioso subiu 8,6% e roubou a cena no horário nobre do mercado financeiro internacional. Na visão dos analistas, o desempenho foi impulsionado por dois fatores: enfraquecimento do mercado de trabalho nos EUA e incertezas geopolíticas.

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A Capital Economics destaca que a demanda dos bancos centrais poderia dar novo impulso à demanda pelo ouro, sustentando os preços no médio e longo prazo. O PBoC está acelerando as compras do metal, após recentes intervenções no iene.

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No mesmo momento da alta do ouro, a moeda americana perdeu um patamar importante. No Brasil, o real não se destacou entre as moedas emergentes, mas a desvalorização do dólar pode favorecer investidores na hora de comprar ativos norte-americanos.

Investidores focam em porto seguro com ouro nos EUA

O Federal Reserve (Fed) deve manter os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano no próximo mês. Sustentamos a visão de que a demanda dos bancos centrais constituiria uma fonte significativa de procura.

Perguntas Frequentes

Qual foi o comportamento do mercado de trabalho nos EUA?

O recente relatório payroll mostrou desaceleração com 23 mil vagas em julho. Esse dado reforça a possibilidade de o Fed manter juros altos.

Por que o PBoC está comprando mais ouro?

Lançado por um analista da Capital Economics, esse movimento é uma resposta direta à recente intervenção no iene e busca reduzir a dependência de ativos denotados em dólares.

O que os investidores devem fazer diante desse cenário?

Manter diversificação é fundamental. Considerar estratégias com orçamento seguro como o ouro pode proporcionar ganhos no médio e longo prazo. Investir agora poderia trazer bons retornos, dependendo da tomada de decisão.