Ministro destacou a segurança e a transparência do processo eleitoral durante cerimônia de lacração.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, declarou nesta sexta-feira que a Justiça Eleitoral não possui preferência por candidaturas e não escolhe vencedores.

A manifestação ocorreu durante a cerimônia de conclusão da lacração dos sistemas eleitorais que serão utilizados nas eleições, conforme informação divulgada por INFOMONEY.

O magistrado ressaltou que a missão principal da instituição é cumprir rigorosamente a Constituição Federal e garantir a lisura de todas as etapas do pleito.

Transparência dos sistemas eleitorais

Durante o evento oficial, o ministro explicou que a lacração garante que a tecnologia empregada permaneça totalmente segura e auditável.

Ele afirmou que a segurança do processo eleitoral resulta da combinação de diferentes camadas de proteção e de controles independentes.

Atuação do Tribunal Superior Eleitoral

Nunes Marques também garantiu que o tribunal estará com as portas abertas para o acompanhamento fiscalizatório de todo o processo de votação.

Segundo o chefe do TSE, a credibilidade perante a sociedade é construída coletivamente por meio de procedimentos rigorosos e transparentes.

Cenário político e Supremo Tribunal Federal

A declaração do ministro acontece em um momento de alta tensão institucional na Suprema Corte envolvendo ministros e investigações.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, estabeleceu prazos para manifestações sobre episódios recentes de repercussão nacional.

Perguntas Frequentes

O que disse Nunes Marques sobre a Justiça Eleitoral?

O presidente do TSE afirmou que a Justiça Eleitoral não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não tem preferência por candidaturas.

Quando aconteceu a declaração do ministro do TSE?

A declaração foi feita nesta sexta-feira durante a cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais que serão utilizados nas eleições.

Qual é o objetivo da lacração dos sistemas eleitorais?

O procedimento assegura que a tecnologia utilizada nas eleições permaneça transparente, segura e totalmente auditável ao longo de todo o processo.