Mercado financeiro brasileiro opera em baixa nesta quinta-feira com cautela externa e crise política interna.

O Ibovespa Futuro registrou queda de 0,76% nas primeiras negociações desta quinta-feira, atingindo 187.180 pontos no pregão brasileiro.

A retração nos negócios reflete a cautela dos investidores diante da expectativa pelos dados de inflação nos Estados Unidos e da alta do petróleo.

No cenário interno, o mercado acompanha com atenção a crise no Supremo Tribunal Federal, conforme informação divulgada por INFOMONEY.

Impacto da inflação dos EUA no mercado

Os investidores aguardam os dados de preços ao produtor e a inflação ao consumidor divulgados pelos Estados Unidos para avaliar os próximos passos do Federal Reserve.

As expectativas apontam para uma possível elevação da taxa de juros americana na próxima reunião do banco central entre os dias 15 e 16 de setembro.

Crise política e STF no radar

O ambiente político doméstico segue instável com os desdobramentos recentes na mais alta corte do país, gerando cautela adicional entre os operadores da bolsa brasileira.

Na véspera, o presidente do STF, Edson Fachin, cassou liminares anteriores e retirou Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news.

Desempenho de commodities e dólar

O contrato do dólar futuro operou com alta de 0,38%, cotado a R$ 5,147, refletindo a busca por proteção no mercado de câmbio local.

Os preços do petróleo voltaram a negociar na faixa de US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões geopolíticas e pelo temor de instabilidade no Oriente Médio.

Perguntas Frequentes

Por que o Ibovespa Futuro caiu hoje?

O Ibovespa Futuro recuou devido à expectativa pelos dados de inflação nos Estados Unidos e ao clima de cautela com a crise política envolvendo o STF no Brasil.

Qual foi a variação do Ibovespa Futuro na abertura?

Às 9h05 do horário de Brasília, o contrato do Ibovespa Futuro registrava queda de 0,76%, atingindo 187.180 pontos.

Como a inflação dos Estados Unidos afeta a bolsa brasileira?

A divulgação da inflação americana pode levar o Federal Reserve a subir os juros, o que encarece o crédito global e impacta negativamente mercados emergentes como o Brasil.