Mercado financeiro ajusta expectativas para o IPCA e registra leve alta no PIB, conforme dados recentes.
O mercado financeiro reduziu de 5,01% para 5% a projeção para o IPCA de 2026, conforme dados atualizados do Boletim Focus divulgado nesta terça-feira.
A pesquisa semanal realizada pelo Banco Central mede as principais expectativas da economia brasileira para os próximos anos, orientando investidores e analistas.
Além da queda na inflação esperada, o levantamento trouxe atualizações importantes sobre o câmbio e a atividade econômica, conforme informação divulgada por INFOMONEY.
Projeções para a inflação e IPCA
A projeção para o IPCA de 2026 caiu pela segunda semana consecutiva, saindo de 5,01% para 5%, demonstrando uma trajetória gradual de reoneração e ajuste de preços.
Para 2027, a estimativa do índice subiu de 4,28% para 4,29%, enquanto a previsão para 2028 permaneceu estável em 3,80% pela sexta semana seguida.
Crescimento do Produto Interno Bruto
A previsão para o crescimento do PIB brasileiro em 2026 apresentou uma alta marginal, passando de 1,92% para 1,93% no relatório oficial.
Para o ano de 2027, a estimativa oficial de expansão da economia brasileira permaneceu estacionada em 1,50% pela terceira semana consecutiva.
Taxa Selic e mercado de câmbio
No setor externo, a projeção para o dólar ao fim de 2026 continuou fixada em R$ 5,20, completando doze semanas consecutivas de estabilidade no cenário.
Enquanto isso, a taxa básica de juros, a Selic, manteve a projeção oficial em 13,75% ao ano para o fechamento de 2026.
Perguntas Frequentes
Qual é a projeção da inflação para 2026 no Boletim Focus?
A projeção para o IPCA em 2026 caiu de 5,01% para 5% no Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira.
Como ficou a previsão do PIB para 2026?
A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto para 2026 registrou uma leve alta, subindo de 1,92% para 1,93%.
Qual é a expectativa para a taxa Selic em 2026?
A projeção para a taxa básica de juros Selic ao fim de 2026 permaneceu inalterada em 13,75% ao ano, segundo o Banco Central.


